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Com a pandemia e muitas pessoas em casa, entenda o porquê a internet no nordeste ficou tão lenta.

Com a pandemia e muitas pessoas em casa, entenda o porquê a internet no nordeste ficou tão lenta.

Com o fechamento das escolas, o governo emitiu um decreto de “family office” para evitar a disseminação do coronavírus, e o consumo de Internet em casa tornou-se uma preocupação para provedores e reguladores. Três semanas após o aparecimento do primeiro vírus Covid-19 no Brasil, o comportamento do consumidor mudou e eles começaram a atingir o pico de visitas mais cedo do que o normal.

O consumo aumentou globalmente.

T. P. Sullivan disse: “Em vários países que foram inicialmente atingidos pela Covid-19, como China, Coréia do Sul, Japão e Itália, vimos a taxa média de crescimento do tráfego da Internet 25% maior do que no resto do mundo.” Diretor de tecnologia da Akamai, responsável por analisar o fluxo global de dados digitais.

Agora no Brasil, no Nordeste, e atualmente no Brasil, o Brasil tem mais dados de internet de alta velocidade. Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações, os estados de Alagoas, Sergipe, Bahia, Pernambuco e Tocandins (Região Norte) estiveram entre os 300 municípios que mais utilizaram redes de fibra óptica em 2017. local.

A internet no Nordeste

Segundo a Anatel, os estados do Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba, Amazonas e Minas Gerais ainda estão atrasados, o que é o maior defeito de infraestrutura do país.

Atualmente, cerca de 39,1 milhões de lares têm acesso à Internet em banda larga fixa ou móvel; mas 11,6 milhões de lares ainda não usufruem deste direito.

Dados do Instituto de Economia Aplicada (Ipea) e da Anatel mostram que, no Brasil; apenas 3.452 cidades possuem Internet por fibra óptica. Quando se conecta via rádio, um pouco mais de 2 mil cidades têm a tecnologia necessária. Umas 30 cidades usam a tecnologia por satélite. No entanto, a maioria das cidades possui infraestrutura deficiente e a velocidade de recepção não ultrapassa 10 Mbps.

Especificadamente na Bahia.

Em 2016, na Bahia, 145 municípios possuíam cabos de fibra ótica para acesso à Internet. Em 2017, mais 79 municípios do estado receberam essa tecnologia. No Brasil, o número de instalações em um ano é o maior.

De acordo com o governo, a ideia é oferecer uma nova política de banda larga para até 10 anos, trabalhando com provedores regionais; operadoras e ONGs para ampliar o acesso à Internet por meio de diferentes tecnologias. Segundo dados da Associação Brasileira de Internet (Abranet), o acesso das pessoas à Internet mudou no Nordeste; onde atuam os provedores locais.

“Já no Nordesde e em outras regiões, os provedores regionais têm feito todo o trabalho nas áreas de sombra, prestando serviços além da sua capacidade”, afirmou o presidente da Agência.

Atualmente, cerca de 9.600 empresas estão cadastradas na Anatel e licenciadas para fornecer serviços de Internet no país. Segundo a agência, 80% desse total são pequenas empresas que atendem em cidades com população pequena, onde a Internet está primeiro, a Internet é o rádio, depois migra para a fibra ótica.

O real problema da lentidão.

O problema é que as operadoras não estão preparadas para o pico de demanda; e essa demanda parece improvável de ocorrer antes da epidemia; quando as pessoas não utilizavam toda a largura de banda acordada no pacote de Internet. No entanto, o risco de colapso não é um problema.

Tadeu Viana, diretor da fornecedora de fibra óptica Corning, disse: “O risco é a lentidão. As operadoras calculam que ninguém vai pedir 200 megabits ao mesmo tempo, mas se todo mundo pedir, vai ser muito lento”.

Segundo ele, grande parte da população está conectada à Internet por meio de linhas de TV a cabo. Nessas estruturas, é difícil dimensionar mais dados do que o esperado. Na fibra, a realocação pode ser feita por meio de roteadores.

O mesmo citou: ” Aconteceu uma queda em diversas redes. No entanto, a infraestrutura de suporte do sistema está distribuída geograficamente; e o número de rotas para o mesmo local é tão grande que é impossível que tudo desmorone imediatamente.” da Internet Society.

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